Outra cidade da região que enfrenta problema em relação a aterro sanitário é Itapuí. O lixão do município foi interditado em fevereiro. A partir dessa data a administração encaminhou os resíduos para o aterro de Bocaina e depois para a CGR – Centro de Gerenciamento de Resíduos Ltda. –, em Guatapará.
O gasto de quase R$ 30 mil por três meses levou o Ministério Público (MP) de Jaú a ajuizar ação civil pública por improbidade administrativa contra o prefeito da cidade, José Gilberto Saggioro (PPS).
No entendimento do MP, o pagamento configura ineficiência da gestão de Saggioro, pois desde 2005 a promotoria move ação contra a prefeitura para que construa aterro sanitário na cidade. O município foi condenado em primeira instância a fazer a obra, mas recorreu da decisão.
Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura de Itapuí, a administração conseguiu a licença prévia da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) para construir o novo aterro no local adquirido da Cosan. Com a licença, a partir de janeiro é possível abrir licitação para contratar a empresa que vai construir o novo aterro e encerrar o atual lixão. (AZ)